Reparem na narração em inglês da ESPN norte-americana, ao vivo do GP de San Marino de 1994. Assim como o Galvão Bueno e eu, eles também viram o movimento de cabeça de Senna achando que ele estava bem.

Mas era uma esperança em vão. Naquele instante, com três lesões graves no cérebro (pedaço da suspensão dentro da cabeça, massivas lesões na parte de trás do crânio e impacto frontal do pneu na fronte), Ayrton Senna já estava morto.

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Se vocês se perguntarem porque somente duas horas depois do término da corrida foi informada, oficialmente no Hospital Maggiore de Bolonha, a morte de Senna, a resposta está lá na FOCA e na FIA, dos senhores Bernie Ecclestone e Max Mosley.

Depois de, no dia anterior, Roland Raztenberger ter se tornado o primeiro “homo sapiens” a quebrar o pescoço e não morrer instantaneamente (ao menos de acordo com a FIA), o resto se tornou explicável.

Postado por Perin, de luto