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Mês: abril 2010

O jogo só termina quando acaba: Decisão de basquete europeu com cesta faltando 0.6s!

No basquete, mais do que qualquer outro esporte, não se deve comemorar antes do jogo encerrar. Pois na decisão da Liga Adriática de Basquete, envolvendo times das fortíssimas Sérvia, Croácia, Eslovênia, Bósnia-Herzegovina e Montenegro o Cibona Zagreb (Croácia) foi relembrado disto da maneira mais dramática, e inusitada, possível pelo arquirrival Partizan Belgrad (Sérvia). O Cibona jogava em casa na decisão e perdia por 72 a 71 quando Lawrence Roberts teve dois lances livres para ampliar o marcador em favor do Partizan. Faltavam oito segundos. Roberts ERROU os dois lances livres. Então, o primeiro momento inusitado: Bojan Bogdanovic foi para o ataque e marcou uma espetacular cesta de três pontos. Faltavam apenas 0.6s de jogo e o Cibona vencia por 74 a 72. Loucura no ginásio Drazen Petrovic (ginásio em homenagem à lenda croata, ídolo na NBA pelo New Jersey Nets e que morreu em um acidente de carro nos anos 90 aos 28 anos) e festa dos jogadores do Cibona dentro da quadra. SÓ QUE… Ainda havia jogo! Em condições normais, com marcação cerrada na saída de bola, não daria tempo de um último arremesso. Mas os jogadores do Cibona já comemoravam como se tivessem sido campeões! Reparem no vídeo que a comissão técnica do Cibona percebe que o jogo não terminou e tenta gritar para os atletas do Cibona irem para a saída de bola. Como isto não...

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OPINIÃO: Sem mudança de fotografia, Inter 2010 não vai a lugar algum

EDITADO EM 17/09/2010: aos comentários oportunistas de quatro meses depois, deveriam ler dois posts que falam sobre o assunto:OPINIÃO: A chave do sucesso prolongado está no banco de reservas. Na mudança dele! e OPINIÃO: Diretoria do Inter recupera o tempo perdido e faz a mudança de fotografia necessária . Errei em alguns pontos, sobretudo com relação a D’Alessandro, mas a tese em si está confirmada. O Inter demitiu Fossati, afastou atletas jogando pouco e recuperou outros em má-fase. Ao longo de 15 anos analisando futebol de maneira mais atenta, percebi que um fator de sucesso das equipes é a continuidade do trabalho. Ou seja, sem modificações radicais no elenco de seis em seis meses, com quinze atletas saindo e vinte entrando no grupo principal. Com o advento da “Lei Pelé” e dos contratos longos, isto se tornou ainda mais necessário. Porém, ao contrário do que muita gente pensa, também percebi que outro fator de sucesso dos grandes clubes é, de tempos em tempos, fazer uma “oxigenação” no grupo. Uma “faxina” ou ainda uma “MUDANÇA DE FOTOGRAFIA“. Isto se impôe quando o clube está repleto de jogadores com custo alto e retorno duvidoso, jogadores que já estão no clube há algum tempo, tiveram sucesso mas hoje jogam no “carteiraço“. quando o vestiário está “viciado”, com lideranças antigas e acomodadas. IMPORTANTE: Aviso aos torcedores “apoio incondicional”, “estamos na Libertadores e os...

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Grêmio tem retrospecto positivo contra o Fluminense na Copa do Brasil

O Grêmio enfrenta nesta quinta-feira o Fluminense pela Copa do Brasil e tem um retrospecto positivo contra o time carioca. Já foram três enfrentamentos, com duas classificações gremistas e uma do Flu. Esta será a primeira vez que o enfrentamento ocorrerá nas quartas-de-final. Todas as demais foram nas oitavas. Em seu último título, 2001, o Tricolor gaúcho bateu o Tricolor carioca antes de despachar o São Paulo, Coritiba e Corinthians no caminho rumo ao tetracampeonato. No Olímpico, 1×0 com gol de Marcelinho Paraíba no início do primeiro tempo, e expulsão do zagueiro Régis, ex-Inter no finzinho do jogo. Ainda sem confiança no time do então novato técnico Tite, apenas 12 mil gremistas compareceram ao Olímpico. No jogo de volta, um 0x0 suado no Maracanã, quando Danrlei foi o grande destaque e o Grêmio teve um pênalti claro em Tinga sonegado por Márcio Rezende de Freitas (novidade?). O time do Flu tinha alguns veteranos como Asprilla e Agnaldo, mas era muito inferior ao time gremista, que tinha Marcelinho Paraíba, Tinga, Anderson Polga, Anderson Lima, Zinho, entre outros Em 2004, nova vitória gremista e também pelas oitavas-de-final. No jogo de ida, um 2×2 no Maracanã com dois gols de Romário, para o Flu, Claudiomiro e Christian para o Grêmio, em jogo que o time gaúcho saiu perdendo por 2×0 e reagiu no segundo tempo. Animado, o Grêmio sapecou 4×1 na partida...

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NASCAR: Acidente dentro da mesma equipe abre polêmica

O circuito mais legal da NASCAR, a principal categoria do automobilismo norte-americano, é a pista de Talladega, um dos ovais mais rápidos que existem. Na corrida de ontem, NASCAR Sprint Cup Series Aaron’s 499, Kevin Harvick venceu em uma prova marcada por um acidente impressionante, que deixou espectadores feridos e causado por uma barbeiragem do atual tetracampeão, Jimmie Johnson. Ele errou uma manobra  e bloqueou seu ciompanheiroseu companheiro de equipe, o multicampeão Jeff Gordon. Este teve que desviar e frear, perdendo velocidade. Reparem no vídeo abaixo, instante de tempo 0minutos55s. Gordon é o carro 24 e Jonhson o 48. Na sequência, causou um acidente. Gordon ainda conseguiu arrastar seu carro avariado ao longo da corrida para a 22º colocação. Johnson bateu de novo no finalzinho da prova, chegando em 31º lugar. Vídeo com as últimas sete voltas: [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=kCL6TDCe4qg&w=540&h=385] Após a corrida, Gordon estava enfurecido com seu pupilo e atual rival: “O nº 48 (Johnson) está testando a minha paciência. Eu posso dizer isto a vocês. Tem que fazer muito para me deixar indignado, e eu estou pu** agora“. Vejam a entrevista: [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Qro4IAeVwdU&w=480&h=385] Eles já haviam se tocado na corrida anterior, no Texas, mas o incidente desta foi bem mais grave. Na coletiva após a corrida, Jonhson tentou contemporizar, assumindo totalmente a culpa no acidente e evitando confirmar a existência de um conflito dentro da equipe. Na categoria de acesso,...

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ANÁLISE: Venceu quem é melhor. E este é o Grêmio

Tenho uma tese antiga sobre clássicos Gre-Nais. Ao contrário da teoria vigente de que “tudo pode acontecer” em um duelo entre arquirrivais, penso que na imensa maioria das vezes o melhor time vence. Foi assim na sequência de 13 Gre-Nais invictos do Grêmio. E está sendo assim desde 2003, desde quando a supremacia do Internacional é indiscutível. E isto se aplica ao analisarmos o Gre-Nal de número 380. Hoje, indiscutivelmente, o Tricolor é mais time que o Colorado, sobretudo na defesa e no ataque. O domínio técnico, tático e físico hoje foi indiscutível. As opções de banco são razoáveis, mas o time titular é melhor. Enquanto vimos a defesa do Internacional dormir nos dois gols, vimos a defensiva tricolor se segurar atrás e ainda se dando o luxo de marcar o primeiro gol. O Grêmio foi soberano em todos os setores e por quase todo o tempo, com exceção do final do primeiro tempo e mereceu indiscutivelmente a vitória. O Inter só foi melhor nos 25 minutos finais do primeiro tempo, quando propôs o jogo e teve em Wálter seu melhor jogador, ganhando todas sobre Mário Fernandes. No intervalo, Silas fez a substituição que mudou o jogo, entrando Adílson no lugar do irregular Ferdinando, que ainda estava machucado. Isto acabou com o domínio colorado no meio-campo. Empolgado pelo domínio tático do jogo, o Grêmio empilhou chances de gol, acertou a...

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