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Mês: abril 2012

As 25 maiores transferências da história do RS – Corrigidas pela inflação!

Depois de um exaustivo trabalho, apresento aos meus leitores as 25 MAIORES TRANSFERÊNCIAS DO FUTEBOL GAÚCHO EM TODOS OS TEMPOS. Todos os valores de época foram corrigidos pelo índice do IPC-A, do IBGE.  São 13 colorados e 12 gremistas ao longo de 32 anos de levantamento. O último a entrar na lista foi o lateral-direito Mário Fernandes, vendido por excelentes 15 milhões de euros para o CSKA Moscou-RUS na última semana. Meu critério de “corte” foram vendas que, com seus números corrigidos, superaram 10 milhões de reais. Curiosamente, o número de 25 coincidiu com este critério, e a lista começa com a mais antiga de todas. Falcão foi vendido para a Roma por módicos US$ 1,7 milhões, ou algo em torno de 94 milhões de cruzeiros. Nos 10 primeiros, empate: 5 colorados e 5 gremistas. Os quatro primeiros são colorados: Alexandre Pato, Fábio Rochemback, Nilmar e Lúcio, com Scheidt completando a lista. Se Rochemback e Scheidt estão fácil na lista de piores contratações européias de todos os tempos, os outros tiveram períodos de grande sucesso, sobretudo Lúcio, uma lenda no futebol europeu e mundial. Dos 13 colorados, todos foram formados no Beira-Rio à exceção de Giuliano, que jogou profissionalmente no Paraná. Já no caso do Grêmio, são 2 que jogaram fora profissionalmente de maneira regular: Paulo Nunes (Flamengo) e Réver (Paulista-SP). OBS: CLIQUEM NA IMAGEM PARA VER EM TAMANHO COMPLETO POR POSIÇÃO Goleiros...

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Feliz dia do goleiro: meus ídolos Schmeichel, van der Sar, Preud’homme e Taffarel

Ainda em tempo de comemorarmos neste 26 de abril, o dia do goleiro, vou postar os vídeos com meus quatro ídolos de infância. Quatro goleiros, todos marcados por inúmeros títulos, um carisma incrível e sobretudo a excelência técnica. O brasileiro Taffarel, o holandês Edwin van der Sar, o belga Michel Preud’homme e o dinamarquês Peter Schmeichel marcaram o mundo do futebol. Vejam grandes momentos destes arqueiros sensacionais: PREUD’HOMME [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=QPCwGmtcP34&w=420&h=315] SCHMEICHEL [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=32bK9BfxFMQ&w=420&h=315] TAFFAREL [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=lw9Q1xa2S0o&w=420&h=315] VAN DER SAR...

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Políticas de futebol? Utopia no Brasil, mas realidade na Europa, parte II

Ontem analisamos as políticas de futebol dos grandes clubes brasileiros. Ou seria melhor dizer: a ausência das mesmas. Está claro que este problema depende de muitas coisas: profissionalização dos clubes, estabilidade política, projeção de resultados a médio-longo prazo, consistência financeira. Hoje vamos estudar quatro exemplos, totalmente diferentes entre si, e que reforçam a idéia da política de futebol: Barcelona, Ajax, Stoke City e Swansea City. No Barcelona, desde 1988 o time joga no 4-3-3, em todas as divisões. O “tiki-taka“, método de passes curtos, movimentação intensa e jogadas em aproximação, foi adotado por Johan Crujff, Louis Van Gaal, Frank Rikjaard e agora Josep Guardiola. Isto aliado a um fortíssimo trabalho de categorias de base fez o clube se tornar tricampeão europeu em menos de 10 anos com mais da metade do time formado em suas “canterias”. É claro que o sucesso estrondoso das últimas 4 temporadas está aliado a fatores como ter 3 jogadores acima da média ao mesmo tempo: Iniesta, Xavi e Lionel Messi, o melhor do mundo. [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=3RNfaIW5k1g&w=560&h=315] A filosofia de futebol está lá: o técnico Guardiola, também formado no clube e ídolo por mais de uma década do time, já decretou que prefere improvisar volantes se não trouxer um zagueiro do estilo que ele quer: que saiba sair jogando. O contra-ponto ocorre em algumas contratações inexplicáveis, como a do excepcional sueco Zlatan Ibrahimovic, que teve uma...

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Políticas de futebol? Utopia no Brasil, realidade na Europa, parte I

A espetacular fase do Barcelona nos últimos anos acabou gerando menos discussões do que gostaria na imprensa esportiva. Imaginava uma enxurrada de polêmicas sobre a fórmula do sucesso, que inclui a Espanha, atual campeã européia e mundial de seleções. Previa comparativos com o que tem sido feito no país, mas esta perspectiva pouco ocorreu. Nem mesmo a humilhante derrota de 4×0 do Santos na final do último Mundial de Clubes mudou esta perspectiva, de buscar discutir o futuro do futebol brasileiro. Os pífios resultados da Seleção Brasileira, aliados à uma inexistência de “maneira de jogador” de todos os grandes clubes do país são frutos da falta de continuidade. Sejam das pessoas, sejam das idéias. As lamentáveis declarações de Andrés Sánchez, Diretor de Seleções da CBF e ex-presidente do Corinthians, de que o time espanhol passa por uma fase e teve a “sorte” de uma geração de ouro que não vai mais repetir, apenas deixam claro de que o Brasil não discute este assunto com a profundidade que deveria: a ausência de políticas de futebol no cenário nacional. Não há uma linha de trabalho nas categorias de base do futebol brasileiro focada na formação de atletas e uniformidade da maneira de jogar. Cada clube tem suas características históricas: times como Corinthians e Grêmio basearam-se em marcação forte aliada à qualidade, enquanto equipes como o Santos e o Flamengo quase sempre...

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