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Mês: fevereiro 2013

Entrada criminosa em Ronaldinho lembra lances de Dinho e Bolívar

Nesta terça-feira, no massacre de 5×2 do Atlético-MG contra o Arsenal de Sarandí, tivemos um legítimo “Tributo ao Carrinho” (alô Richard Ducker!). Diego Braghieri acertou uma entrada inaceitável sobre Ronaldinho, com o placar já em 5×2, aos 43 do 2º tempo. O juiz marcou pênalti mas não deu o mais que merecido cartão vermelho. E R10 ainda errou a cobrança… Vejam o lance: [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=5vsofdI9R74&w=520&h=315] Em 1995, o volante Dinho desferiu uma entrada criminosa no meia Negretti, do Bragantino, na derrota de 2×0 pelo Campeonato Brasileiro.  Depois de levar uma bola no meio das pernas, já perdendo o jogo, Dinho acertou no atleta do time paulista. Dinho foi expulso, e o jogador adversário ficou fora do Campeonato Brasileiro por ter sofrido uma lesão nos ligamentos do joelho. Alguns meses depois, até como gratidão, Negretti seria contratado pelo Grêmio e fez gol na estréia, vitória contra o São Luiz de Ijuí pelo Gauchão. Em 2012, o zagueiro colorado Bolívar fez algo muito semelhante no Beira-Rio, vitória de 1×0 contra o Bahia. Ele deu um carrinho no joelho do jovem Dodô, que teve rompimento dos ligamentos do joelho. Bolívar, ao contrário de Dinho e assim como Bragheri, não foi expulso:...

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Solskjaer: 40 anos do “Baby-Faced Assassin”

O memorável centroavante norueguês Ole Gunnar Solskjaer, lenda do Manchester United, completa hoje 40 anos. Autor do gol do título europeu em 1999, Solskjaer marcou impressionantes 126 gols em 366 jogos, quase sempre como reserva, ao longo de 11 anos em Old Trafford. Apelidado de “Baby-Faced Assassin“, ou “matador com carinha de bebê” por seu rosto de criança e seu instinto mortífero, o atacante tinha um impressionante faro de gol: estava sempre bem posicionado e, com muita velocidade, não precisava de muitas chances para marcar. Hoje, já aposentado, é um treinador de sucesso, com grande prestígio na Europa e cotado pelos grandes clubes. Em 26 de julho de 1996, Sir Alex Ferguson pagou 1,5 milhões de libras no que se tornaria a maior barganha da história do futebol inglês. Por este dinheiro, contratou um desconhecido centroavante norueguês, rápido e técnico, junto ao Molde. Solskjaer veio depois de 31 gols em 38 jogos no futebol de seu país, mas ninguém tinha grandes expectativas sobre seu desempenho na Inglaterra.  Ledo engano. Já na temporada de estréia, mesmo sendo um reserva indiscutível, Solskjaer marcou 18 gols, incluindo um na estréia, míseros seis minutos depois de entrar como reserva contra o Blackburn Rovers. No banco de reservas, estudava os defensores rivais e percebia a melhor estratégia quando fosse necessário entrar. Foi assim que, em 1999, na histórica goleada de 8×1 sobre o Nottingham...

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OPINIÃO: De quando o vôlei imita o futebol nos piores quesitos

Abro espaço para minha querida amiga Ariadne Rodrigues, co-idealizadora do site No Huddle Br, que deixa claro seu descontentamento com o nível de rivalidade visto na última sexta-feira, no jogo de vôlei entre os arquirrivais Osasco e Rio de Janeiro pela Superliga Feminina de Vôlei. “O ginásio lotado, torcida presente em peso também do lado de fora para conferir o jogo num telão. O seu time está em segundo lugar e vai enfrentar o líder da competição que, por sinal, é o seu maior rival. Para apimentar mais ainda o enredo, é o último jogo da fase classificatória e você quer muito a primeira colocação para ter uma vida mais fácil nas quartas-de-final. “É Libertadores? É Champions League? Putz, é NFL!” Não. É Superliga Feminina de Vôlei, temporada 2013. E o jogo era o clássico dos clássicos da Superliga: Osasco vs Rio de Janeiro. Se você não entende patavinas de vôlei, o confronto equivale a um Grêmio e Internacional. De ambos os lados, elencos com jovens talentos já convocadas para seleções juvenis, bem como medalhistas olímpicas de Atlanta à Londres. Pegue isso tudo e junto com a sinopse lá de cima e temos a expectativa de um jogo memorável, épico e dramático. O embate, por muito pouco, não virou um ringue de gel. A torcida do Osasco não somente vaiou o Rio e a arbitragem, como recorreu de forma...

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Gre-Nal 396: Nos últimos 20 anos, apenas 14 gols de pênalti em 67 clássicos

Na vitória de 2×1 do Internacional sobre o Grêmio, tivemos um momento raro: gol de pênalti em Gre-Nal, convertidos por Diego Forlán e William José. Mais ainda: dois no mesmo jogo! Isto porque nos últimos 20 anos, foram disputados 67 clássicos Gre-Nal pelas mais diversas competições regionais, estaduais, nacionais e internacionais. Neste período tivemos os momentos de maior glória de Grêmio e Internacional, em décadas alternadas. Porém o que chama a atenção é o número irrisório de pênaltis marcados: apenas 13 (14, obrigado a todos pela correção nos comentários). Apenas uma vez, neste período todo, tivemos também dois gols de pênalti no mesmo jogo: foi em 2009, no chamado “Gre-Nal do Centenário” quando o Inter venceu o Grêmio por 2×1 no jogo que abriria caminho para o bicampeonato estadual invicto, válido pela então Taça Fábio Koff. Na ocasião, Tcheco abriu o marcador e Andrezinho empatou, ambos cobrando pênalti A lista dos gols de pênalti nos últimos 20 anos está abaixo. Reparem que de 1993 até 2007, tivemos apenas QUATRO penalidades assinaladas. Não identifiquei a última vez que um jogador da dupla Gre-Nal errou um pênalti. 1995 – Campeonato Gaúcho – Internacional 2×1 Grêmio – Leandro (I) 1999 – Seletiva Pré-Libertadores – Grêmio 1×1 Internacional – Ronaldinho (G) 2001 – Campeonato Gaúcho – Grêmio 4×2 Internacional – Zinho (G) 2004 – Copa Sul-Americana – Grêmio 2×1 Internacional – Cláudio PitBull...

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Demitido liderando campeonato, temperamental técnico Paolo Di Canio surta e rouba ex-clube

Paolo Di Canio, agora ex-treinador do Swindon Town da Terceira Divisão inglesa (a League One), reagiu de forma inesperada à sua já surpreendente demissão nesta semana. Líder da competição,  o Swindon trocou de dono recentemente e o novo dono achou muito alto o salário de Di Canio. O temperalmental astro do futebol italiano e inglês  fazia um trabalho formidável no modestíssimo time do sudoeste da Inglaterra há alguns anos, mas a diretoria queria renegociar o contrato, de 850 mil libras anuais. Revoltado, Di Canio pediu demissão no último dia 18, substituído pelos interinos Tommy Miller e Darren Ward. Mas a saída de Di Canio não ficou assim: na madrugada de ontem, ele e alguns membros de sua ex-comissão técnica, invadiram o seu antigo escritório. Com a senha, Di Canio desarmou o alarme e levou diversos objetos, alguns pessoais de sua parte e outros que pertenciam ao clube. A informação foi confirmada pela diretoria do Swindon Town, que não indicou que providências irá tomar. A história do roubo é estranhíssima, mas não é a primeira doideira na carreira de Paolo Di Canio. Ele iniciou a carreira na Lazio e teve brilhantes passagens pelo West Ham, Sheffield Wednesday e de volta na Lazio, e sempre foi ‘fora da casinha’. Com notórias relações com a parte facista da torcida da Lazio, causou polêmica mais de uma vez comemorando gols fazendo a saudação...

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