O Almanaque Esportivo vai estudar a fundo a “revolução alemã”, que refundou o futebol de uma das maiores potências mundiais, deixando ele estruturado a ponto de alcançar o topo do mundo novamente. A partir desta segunda-feira (dia 15) até sexta-feira (dia 19),  estaremos diariamente publicando artigos avaliando diversos aspectos das mudanças ocorridas ao longo dos últimos 10, 15 anos.

Vamos dissecar o modelo de sucesso alemão, a retomada ocorrida a partir da metade da década passada em um momento de dificuldades, discutindo questões técnicas, organizacionais, táticas, mercadológicas e financeiras. Abordaremos ainda a invejável situação financeira de sua Liga, o sucesso de público e de lições que podem (e devem), serem aprendidas por dirigentes, torcedores e membros em geral da opinião pública brasileira.

O difícil talvez esteja aí: o futebol brasileiro entender que vive um momento ruim e que precisa de reformulação, de um projeto à longo prazo.

Mesut Ozil, filho de imigrantes, técnico e veloz, o símbolo da redenção alemã. Foto: John MacDougnall, AP

A esclarecedora entrevista no programa “Bola da Vez” da ESPN Brasil da semana passada com o ex-craque alemão Paul Breitner, ex-olheiro e hoje embaixador do Bayern de Munique me fez dar a motivação de uma série aqui do Almanaque há muito prometida e sempre procrastinada. Boa parte dos textos da bibliografia utilizada foram indicações do jornalista Fernando Graziani (@fgraziani) e do Renan Petersen-Wagner(@renanpwagner): O especial será dividido em cinco partes, publicadas diariamente sempre às 08h ao longo desta semana:

SÉRIE COMPLETA – A REVOLUÇÃO ALEMÃ NO FUTEBOL